2# OPORTO

QUINTA FEIRA  16 FEVEREIRO 2017



Um almoço delicioso e um lanche à tardinha, uma tarde cheia de peripécias bonitas numa das estações mais belas do Porto e lojas de perder a cabeça. Depois de partilhámos, ontem, a nossa primeira manhã no Porto com tudo o que tínhamos direito, a nossa tarde também prometia ser igualmente maravilhosa, passeios sem igual e cantos e recantos a conhecer é a promessa para o segundo artigo desta série  já com vontade de organizem e planearem a vossa escapadinha à cidade Invicta?


Antes de seguirem com este artigo, atualizem-se com a primeira partilha sobre o Porto – conta com o nosso acordar lento e preguiçoso e com um pequeno-almoço caprichado no Amarelo Torrada; conta com a visita à Sé e o deambular até à Ponte D Luís I – e com vistas sem fim; conta com o nosso passeio de teleférico e por Gaia; conta com muitas sugestões e palavras bonitas.
































AVENIDA DOS ALIADOS
Seguimos da Ribeira até à Avenida dos Aliados, esta foi um dos pontos que maior presença marcou na nossa estadia pelo Porto, todos os dias sabíamos que a Avenida seria nossa, seria nossa por uns longos e largos minutos. Conseguem encontrar por lá três dos nomes que sugeri no artigo 5 Restaurantes, lembram-se? São eles Munchie, De Gema e, a nossa escolha para o primeiro almoço a duas, Dona Maria Pregaria





















Verdade seja dita que ficámos deliciadas e totalmente rendidas a qualquer espaço que visitámos, comemos muito bem no Porto e, acreditamos que, fizemos as escolhas certas. Esta Dona Maria Pregaria foi uma escolha certa, legitima e muito saborosa. Lembro-me bem das palavras da R quando afirmou que “seria difícil visitar outra hamburgueria como esta”, ela adorou, acreditem.



















DONA MARIA PREGARIA
Esta foi uma escolha via instagram, ao divagar por ali e acolá havia sempre um registo deste espaço, o aspeto e o conceito chamaram-nos à atenção e ainda bem que assim foi – foi um dos melhores almoços na cidade, garanto. Fomos relativamente cedo, já tinha visto um ou outro comentário que a afluência do espaço era imensa e que a partir de certa hora a fila de espera já se sentia – verdade seja dita, afim de uns vinte/ vinte e cinco minutos de sentar e assentar o restaurante ficou cheio. Cheio. 
































Divagámos um pouco na escolha, creio. Aliás, ainda namorámos uns quantos minutos os vários títulos que eram mencionados na carta, super divertidos e cheios de pinta. Entretanto, para a mesa vieram dois sumos deliciosos, a famosa Limonada para mim e uma Maracujada para ela – confesso que me arrependi no minuto a seguir de não ter pedido também; para completar pedimos dois Pulga Atrás da Orelha – e que delicioso estava este trocadilho!



O porquê de ter sido um dos melhores hambúrgueres que provámos? O pão, senhores! Este estaladiço como se de uma torrada se trata-se, creio. O hambúrguer envolvente estava igualmente saboroso, no ponto tal como desejámos aliado a uma dose de batatas fritas e um molho muito muito gostoso – aliás, para mim tanto o pão como o molho que acompanhou a refeição foram os protagonistas. Ah! E a Maracujada que estava qualquer coisa de espetacular. 




POUCO MAS BOM
É um espaço pequenino mas mesmo assim não deixa de ser acolhedor e simpático, apresenta uma zona de refeições exterior que nos dias de sol é bastante convidativa, creio. Pinta-se de tons acastanhados e uma pitada de tons laranjas com uma luz ambiente muito tranquila e serena. Para terminar a refeição pedimos ainda uma pequena sobremesa, Pouco Mas Bom – uma mousse de óreo num copinho pequenino bem ao jeito de quem lhe apetece algo doce mas está satisfeito. Um conceito bem engraçado. 

Acredito que tenhamos pago um preço acessível em comparação aos conceitos semelhantes que já visitámos em Lisboa ou em Setúbal, o que rondaria os 20€. É uma sugestão deliciosa para ocupar e preencher o vosso roteiro. 





















A tarde estava a ficar um pouco sem graça, o céu azul que tanta ansiávamos não apareceu e a brisa de inverno já se fazia sentir, mesmo assim resolvemos seguir o que tínhamos idealizado: fomos conhecer a Estação de São Bento e perdemo-nos de amores por uma loja algures nos Clérigos; para contrariar esse céu cinzento que se tinha instalado seguimos até ao O Diplomata. Curiosos? Ora continuem a ler...






















ESTAÇÃO DE SÃO BENTO
É impossível ficar indiferente à grandiosidade da Estação de São Bento – de grandiosidade não nos referimos ao tamanho em si mas às particularidades que aquele espaço detém. As cores, os pormenores e os detalhes, todo o trabalho envolvido, diria. Os feitos e os marcos. É fácil alongarmo-nos nos minutos quem por lá passa, há todo um olhar a seguir depois de entrarmo-nos por aquelas grandiosas portas onde a luz entra sem fim. É lindo, lindo, lindo.


É, certamente, paragem obrigatória para quem visita a cidade pela primeira vez.

Não sei se é só de mim mas ao ver e rever estes registos a vontade de um dia fugir para o Porto eleva-se. Uma cidade pequena mas de enorme grandiosidade, uma cidade acolhedora, simpática. Hei-de voltar querido Porto. Entretanto…















Seguimos até à zona dos Clérigos onde nos deparamo-nos por uma das lojas mais bonitas do Porto, já tinha ouvido o seu nome algures pelas redes sociais ou imensos blogues, no entanto, desconhecia a sua localização e estava longe de imaginar que estava ali. Ali mesmo à nossa frente, A Vida Portuguesa

































A VIDA PORTUGUESA
Mora no cruzamento da Rua das Carmelitas e a Rua Galeria de Paris, na mesma rua da Livraria Lello – que falaremos mais à frente – e pertinho da Torre dos Clérigos. Quem por lá passa não fica indiferente à luxuosidade da montra e de todo o detalhe envolvente. É no primeiro andar que A Vida Portuguesa se encontra mas, facilmente nos perdemos logo à entrada com tantas coisas bonitas – penso de seu nome Fernandes & Matos.

Se ainda não conhecem tenho a certeza que vão ficar rendidas aos conceitos que por lá moram, um espaço amplo que nos remete aos tempos antigos, aos pormenores dos mais velhos e às histórias dos nossos avós. Infelizmente, ainda não tive oportunidade de visitar a de Lisboa, portanto, não imaginam a minha felicidade de me deparar com ela no Porto. Não deixem de a visitar, por favor! 


















O DIPLOMATA
Seguimos para O Diplomata, os finais de tarde no Porto surgiam sempre friorentos e só queríamos resguardarmo-nos um sítio sossegado e acolhedor. Confesso que ia com as expetativas altas ao visitar este cantinho e, apesar de ter gostado muito das famosas panquecas, creio que não me conquistaram a cem por cento. No entanto, sublinho que a mana gostou muito do chá, estava quentinho e delicioso tal como ela gosta.

































Espero que tenham gostado deste nosso primeiro dia, no Porto que já conta com dois artigos – espreitem a nossa manhã na cidade, aqui. Amanhã trazemo-vos mais um post cheio de sugestões para sentar e assentar e para visitar. 

 1# OPORTO  Amarelo Torrada, Sé do Porto, Ponte D Luís I e o passeio de Teleférico 

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3 comentários:

  1. As tuas fotografias são, simplesmente, encantadoras.
    Adoro o Porto mas os teus cliques dão outra perspectiva.
    Gostei muito da publicação. Parabéns.
    Beijinhos Bruna. :)

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  2. Que delicia, fiquei apaixonada .

    http://www.hairemakeup.com.br/

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